Sinproesemma cobra do MP nomeação de excedentes


Por: SINPROESEMMA
Data de Publicação: 20 de maio de 2010

O presidente do SINPROESEMMA, Júlio Pinheiro, esteve, em companhia do secretário de Comunicação do Sindicato, Júlio Guterres, na sede das Promotorias, na Cohama, nesta terça-feira (18), pela manhã, para juntos cobrarem do promotor de Educação, Paulo Avelar, posicionamento acerca da representação feita pelo SINPROESEMMA, em janeiro passado.

Os dois representantes do SINPROESEMMA conversaram por um longo tempo com o promotor e com a analista ministerial do Ministério Público, Márcia Pachêco sobre a situação da educação do Estado e o descaso com que se encontram as escolas, haja vista, muitas destas encontrarem-se ainda sem funcionamento por falta de professores e de infra-estrutura condizente.

PROTOCOLO
No documento protocolado há quatro meses, a direção questionou a contratação por meio de seletivo de professores, bem como o valor do salário oferecido pelo governo estadual, quantitativo de professores, dentre outras ações consideradas irregulares pela entidade de classe.

De acordo com os dirigentes sindicais, ainda que tenha havido esta iniciativa por parte do Sindicato, nada foi alterado. O governo vem priorizando os seletivados em detrimento dos concursados excedentes.

Durante a conversa o Ministério Público se comprometeu em ingressar com uma ação judicial ainda esta semana no juizado da Fazenda Pública. A intenção, é exigir do governo do Estado (Secretaria de Estado da Educação), a nomeação dos concursados, para, a partir daí, trabalhar com os seletivados.

CONTRATAÇÃO
No entendimento de Júlio Pinheiro, a medida tomada pela entidade classista junto ao MP é uma forma de corrigir o abismo que existe atualmente no estado, quando o assunto é educação. Para ele, contratar seletivados neste momento, só prejudica a política de educação que se tem lutado tanto para ser implementada.

“A direção do SINPROESEMMA entende que é uma necessidade a contração dos excedentes em primeiro lugar. São ao todo 5.320 vagas não preenchidas”, destacou o presidente, ao tempo que revela que, a visita à Promotoria da Educação exige um posicionamento deste, junto ao governo.

Por sua vez, o promotor de Educação, Paulo Avelar, revela que com base na documentação apresentada pelo SINPROESEMMA algumas medidas já estão sendo tomadas. Ele ressalta o mapeamento feito pela sua pasta em todo município de São Luís que tem o objetivo de detectar as irregularidades na parte física das escolas, bem como no próprio conteúdo aplicado nas escolas estaduais. Além disso, o levantamento vai possibilitar ao MP a necessidade de contratação de profissionais em educação.

Segundo o promotor, este trabalho se estenderá por todo o Estado ainda este ano. “A situação da educação no Maranhão é calamitosa. O governo não trata com seriedade ações básicas como educação e saúde”, disse, ao tempo que completa: o que vemos é propaganda enganosa na mídia local”.
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